
Cai-me uma lágrima para o rosto,
Qual gota que escorre
Pelo frio vidro
E no fundo se junta às outras...
Sou feliz em qualquer parte.
Estou contente, para muitos
Tenho arte...
Para muitos,
Os poucos que me conhecem
Sabem que sou desastre...
O que é dentro de mim evito olhar,
Porque a evidência não posso negar...
A evidência que indicia
O vazio deste mal-estar.
Profundamente te desejo, amor.
Com uma mescla de terror
De nunca mais vir a tocar
O teu quente calor..
Assim, digo-me "desiste...
Desiste e resiste.
Já na vida mentiste,
Agora trata de ludibriar teu coração..."
Mas que maior mentira
Da vida,
Que causa mais dor e ira
Na vida,
Ou tal sentimento de horror
De ciúme
Negrúme
Tristeza
Inerente Rudeza...
O contornar daquela que, no meu pensamento, existe a deambular...
E uma parte da minha alma consegue rasgar...
Mentira!, mentira mais mentirosa de se mentir.
Mentira! mais difícil de mentir ao afundado jubilo mentido...
Nuno de Sá Lemos.
2 comentários:
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